Depois do fiasco em Copenhague, só mesmo Louis Armstrong.
domingo, 20 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Lula é aplaudido em Copenhague.
Clima
Presidente Lula critica duramente os países ricos e afirma que Brasil poderá fazer sacrifícios financeiros pelo clima
Publicada em 18/12/2009 às 10h00m
Chico de Gois, Deborah Berlinck, Roberta Jansen, enviados especiais
COPENHAGUE - Depois de iniciar seu discurso na plenária de chefes de Estado na Convenção das Nações Unidas para Mudanças Climáticas dizendo que se sentia um pouco frustrado por perceber que um acordo final estava cada vez mais difícil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a cobrar mais ação dos países ricos, disse que o encontro de ontem não deveria servir para barganhas, insistiu que, apesar de a responsabilidade por encontrar soluções para evitar o aquecimento global ser de todos, ela deve ser diferenciada e, surpreendendo até mesmo a delegação brasileira, anunciou que o Brasil está disposto a colocar recursos no fundo verde internacional, o que vinha sendo rechacado pelo governo brasileiro ate então.
Lula falou cerca de 15 minutos e foi o único a ser aplaudido em pelo menos quatro ocasiões. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que falou logo apos Lula, disse que não estava na Conferência apenas para falar, mas para agir, não teve uma recepção tão calorosa. Só foi aplaudido no final.
- Se for necessário fazer um sacrifício a mais para que saiamos daqui com um acordo, o Brasil esta disposto a colocar recursos no fundo. Estamos dispostos a participar do financiamento, se nos colocarmos de acordo - declarou, lembrando que o Brasil devera investir US$ 166 bilhões, em dez anos, em ações de mitigação.
- O que não estamos de acordo é que as pessoas mais importantes do planeta assinem um documento para dizer apenas que assinaram um documento - discursou, sendo muito aplaudido nesta hora, inclusive pela imprensa internacional que acompanhava suas declarações.
No entanto, apesar de se declarar um otimista excessivo, Lula deu a entender que vê com pouca esperança a possibilidade de um acordo.
- Se não conseguimos fazer até agora este documento, não sei se algum anjo ou algum sábio descera nesta plenária e nos colocara a inteligência que nos faltou ate agora. Como acredito em Deus e em milagre, isso pode acontecer e quero fazer parte dele (do milagre).
Lula destacou, mais uma vez, que os países em desenvolvimento não podem ser culpados pelas emissões dos ricos, que cresceram nos dois últimos séculos. Mas observou que os países ricos também não podem ser considerados como os salvadores do planeta.
- Sou extremamente otimista, mas e preciso que a gente faca um jogo não pensando em ganhar ou perder. E verdade que os países que derem dinheiro tem direito à transparência para ver se os projetos estão sendo desenvolvidos. Mas precisamos tomar muito cuidado com esta intrusão (sic) nos países pobres - afirmou, lembrando que as ações do Fundo Monetário Internacional (FMI), por exemplo, causaram prejuízos e danos para os países pobres.
Presidente Lula critica duramente os países ricos e afirma que Brasil poderá fazer sacrifícios financeiros pelo clima
Publicada em 18/12/2009 às 10h00m
Chico de Gois, Deborah Berlinck, Roberta Jansen, enviados especiais
COPENHAGUE - Depois de iniciar seu discurso na plenária de chefes de Estado na Convenção das Nações Unidas para Mudanças Climáticas dizendo que se sentia um pouco frustrado por perceber que um acordo final estava cada vez mais difícil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a cobrar mais ação dos países ricos, disse que o encontro de ontem não deveria servir para barganhas, insistiu que, apesar de a responsabilidade por encontrar soluções para evitar o aquecimento global ser de todos, ela deve ser diferenciada e, surpreendendo até mesmo a delegação brasileira, anunciou que o Brasil está disposto a colocar recursos no fundo verde internacional, o que vinha sendo rechacado pelo governo brasileiro ate então.
Lula falou cerca de 15 minutos e foi o único a ser aplaudido em pelo menos quatro ocasiões. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que falou logo apos Lula, disse que não estava na Conferência apenas para falar, mas para agir, não teve uma recepção tão calorosa. Só foi aplaudido no final.
- Se for necessário fazer um sacrifício a mais para que saiamos daqui com um acordo, o Brasil esta disposto a colocar recursos no fundo. Estamos dispostos a participar do financiamento, se nos colocarmos de acordo - declarou, lembrando que o Brasil devera investir US$ 166 bilhões, em dez anos, em ações de mitigação.
- O que não estamos de acordo é que as pessoas mais importantes do planeta assinem um documento para dizer apenas que assinaram um documento - discursou, sendo muito aplaudido nesta hora, inclusive pela imprensa internacional que acompanhava suas declarações.
No entanto, apesar de se declarar um otimista excessivo, Lula deu a entender que vê com pouca esperança a possibilidade de um acordo.
- Se não conseguimos fazer até agora este documento, não sei se algum anjo ou algum sábio descera nesta plenária e nos colocara a inteligência que nos faltou ate agora. Como acredito em Deus e em milagre, isso pode acontecer e quero fazer parte dele (do milagre).
Lula destacou, mais uma vez, que os países em desenvolvimento não podem ser culpados pelas emissões dos ricos, que cresceram nos dois últimos séculos. Mas observou que os países ricos também não podem ser considerados como os salvadores do planeta.
- Sou extremamente otimista, mas e preciso que a gente faca um jogo não pensando em ganhar ou perder. E verdade que os países que derem dinheiro tem direito à transparência para ver se os projetos estão sendo desenvolvidos. Mas precisamos tomar muito cuidado com esta intrusão (sic) nos países pobres - afirmou, lembrando que as ações do Fundo Monetário Internacional (FMI), por exemplo, causaram prejuízos e danos para os países pobres.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Carta de Aécio desistindo da presidência.
Política
Confira carta de Aécio ao presidente do PSDB
Da Redação - 17/12/2009 17:10
"Belo Horizonte, 17 de dezembro de 2009.
Presidente Sérgio Guerra,
Companheiros do PSDB,
Há alguns meses, estimulado por inúmeros companheiros e importantes lideranças da nossa sociedade, aceitei colocar meu nome à disposição do nosso partido como pré-candidato à Presidência da República.
Como parte desse processo, defendi a realização de prévias e encontros regionais que pudessem levar o PSDB a fortalecer a sua identidade e integridade partidárias. Assim o fiz, alimentado pela crença na necessidade e possibilidade de construirmos um novo projeto para o país e um novo projeto de país.
Defendi as prévias como importante processo de revitalização da nossa prática política. Não as realizamos, como propus, seja por dificuldades operacionais de um partido de dimensão nacional, seja pela legítima opção da direção partidária pela busca de outras formas de decisão.
Ainda assim, acredito que teria sido uma extraordinária oportunidade de aprofundar o debate interno, criar um sentido novo de solidariedade, comprometimento e mobilização, que nos seriam fundamentais nas circunstâncias políticas que marcarão as eleições do ano que vem.
A realização dos encontros regionais foi uma importante conquista desse processo. O reencontro e a retomada do diálogo com a nossa militância, em diversas cidades e regiões brasileiras, representaram os nossos mais valiosos momentos. A eles se somaram outros encontros, também sinalizadores dos nossos sonhos, com trabalhadores, empresários e outros setores da nossa sociedade.
Ouvindo-os e debatendo, confirmei a percepção de um País maduro para vivenciar um novo ciclo de sua história. Pronto para conquistar uma inédita e necessária convergência nacional em torno dos enormes desafios que distanciam nossas regiões umas das outras, e em torno das grandes tarefas que temos o dever de cumprir e que perpassam governos e diferentes gerações de brasileiros.
Ao apresentar o meu nome, o fiz com a convicção, partilhada por vários companheiros, de que poderia contribuir para uma construção política diferente, com um perfil de alianças mais amplo do que aquele que se insinua no horizonte de 2010. E as declarações de líderes de diversos partidos nacionais demonstraram que esse era um caminho possível, inclusive para algumas importantes legendas fora do nosso campo.Defendemos um projeto nacional mais amplo, generoso e democrático o suficiente para abrigar diferentes correntes do pensamento nacional. E, assim, oferecer ao país uma proposta reformadora e transformadora da realidade que, inclusive, supere e ultrapasse o antagonismo entre o "nós e eles', que tanto atraso tem legado ao país.
Devemos estar preparados para responder à autoritária armadilha do confronto plebiscitário e ao discurso que perigosamente tenta dividir o país ao meio, entre bons e maus, entre ricos e pobres. Nossa tarefa não é dividir, é aproximar. E só aproximaremos os brasileiros uns dos outros através da diminuição das diferenças que nos separam.
O que me propunha tentar oferecer de novo ao nosso projeto, no entanto, estava irremediavelmente ligado ao tempo da política, que, como sabemos, tem dinâmica própria. E se não podemos controlá-lo, não podemos, tampouco, ser reféns dele...
Sempre tive consciência de que uma construção com essa dimensão e complexidade não poderia ser realizada às vésperas das eleições. Quando, em 28 de outubro, sinalizei o final do ano como último prazo para algumas decisões, simplesmente constatava que, a partir deste momento, o quadro eleitoral estaria começando a avançar em um ritmo e direção próprios, e a minha participação não poderia mais colaborar para a ampla convergência que buscava construir.
Durante todo esse período, atuei no sentido de buscar o fortalecimento do PSDB. Deixo a partir deste momento a condição de pré-candidato do PSDB à Presidência da República, mas não abandono minhas convicções e minha disposição para colaborar, com meu esforço e minha lealdade, para a construção das bandeiras da Social Democracia Brasileira.
Busco contribuir, dessa forma, para que o PSDB e nossos aliados possam, da maneira que compreenderem mais apropriada, com serenidade e sem tensões, construir o caminho que nos levará à vitória em 2010.
No curso dessa jornada, mantive intactos e jamais me descuidei dos grandes compromissos que assumi com Minas, razão e causa a que tenho dedicado toda minha vida pública. Ao deixar a condição de pré-candidato à Presidência da República, permito-me novas reflexões, ao lado dos mineiros, sobre o futuro.
Independente de nova missão política que porventura possa vir a receber, continuarei trabalhando para ser merecedor da confiança e das melhores esperanças dos que partilharam conosco, neste período, uma nova visão sobre o Brasil.
É meu compromisso levar adiante a defesa intransigente das reformas e inovações que juntos realizamos em Minas e que entendemos como um caminho possível também para o País. Continuarei defendendo as reformas constitucionais e da gestão pública, aguardadas há décadas; a refundação do pacto federativo, com justa distribuição de direitos e deveres; e a transformação das políticas públicas essenciais, como saúde, educação e segurança, em políticas de Estado, acima, portanto, do interesse dos governos e dos partidos.
Devo aqui muitos agradecimentos públicos. À direção do meu partido e, em especial, ao senador Sérgio Guerra pelo equilíbrio e firmeza com que vem conduzindo esse processo. Aos companheiros do PSDB, pelas inúmeras demonstrações de apoio e confiança.
Manifesto a minha renovada disposição de estar ao lado de todos e de cada um que julgar que a minha presença política possa contribuir, seja no plano nacional ou nos planos estaduais, para a defesa das nossas bandeiras.
Aos líderes de outras legendas partidárias, pela coragem com que emprestaram substantivo apoio não só ao meu nome, mas às novas propostas e crenças que defendemos nesse período. Asseguro, nos reencontraremos no futuro.
A tantos brasileiros, pelo respeito com que receberam nossas idéias. E a Minas, sempre a Minas e aos mineiros, pela incomparável solidariedade.
Aécio Neves"
Confira carta de Aécio ao presidente do PSDB
Da Redação - 17/12/2009 17:10
"Belo Horizonte, 17 de dezembro de 2009.
Presidente Sérgio Guerra,
Companheiros do PSDB,
Há alguns meses, estimulado por inúmeros companheiros e importantes lideranças da nossa sociedade, aceitei colocar meu nome à disposição do nosso partido como pré-candidato à Presidência da República.
Como parte desse processo, defendi a realização de prévias e encontros regionais que pudessem levar o PSDB a fortalecer a sua identidade e integridade partidárias. Assim o fiz, alimentado pela crença na necessidade e possibilidade de construirmos um novo projeto para o país e um novo projeto de país.
Defendi as prévias como importante processo de revitalização da nossa prática política. Não as realizamos, como propus, seja por dificuldades operacionais de um partido de dimensão nacional, seja pela legítima opção da direção partidária pela busca de outras formas de decisão.
Ainda assim, acredito que teria sido uma extraordinária oportunidade de aprofundar o debate interno, criar um sentido novo de solidariedade, comprometimento e mobilização, que nos seriam fundamentais nas circunstâncias políticas que marcarão as eleições do ano que vem.
A realização dos encontros regionais foi uma importante conquista desse processo. O reencontro e a retomada do diálogo com a nossa militância, em diversas cidades e regiões brasileiras, representaram os nossos mais valiosos momentos. A eles se somaram outros encontros, também sinalizadores dos nossos sonhos, com trabalhadores, empresários e outros setores da nossa sociedade.
Ouvindo-os e debatendo, confirmei a percepção de um País maduro para vivenciar um novo ciclo de sua história. Pronto para conquistar uma inédita e necessária convergência nacional em torno dos enormes desafios que distanciam nossas regiões umas das outras, e em torno das grandes tarefas que temos o dever de cumprir e que perpassam governos e diferentes gerações de brasileiros.
Ao apresentar o meu nome, o fiz com a convicção, partilhada por vários companheiros, de que poderia contribuir para uma construção política diferente, com um perfil de alianças mais amplo do que aquele que se insinua no horizonte de 2010. E as declarações de líderes de diversos partidos nacionais demonstraram que esse era um caminho possível, inclusive para algumas importantes legendas fora do nosso campo.Defendemos um projeto nacional mais amplo, generoso e democrático o suficiente para abrigar diferentes correntes do pensamento nacional. E, assim, oferecer ao país uma proposta reformadora e transformadora da realidade que, inclusive, supere e ultrapasse o antagonismo entre o "nós e eles', que tanto atraso tem legado ao país.
Devemos estar preparados para responder à autoritária armadilha do confronto plebiscitário e ao discurso que perigosamente tenta dividir o país ao meio, entre bons e maus, entre ricos e pobres. Nossa tarefa não é dividir, é aproximar. E só aproximaremos os brasileiros uns dos outros através da diminuição das diferenças que nos separam.
O que me propunha tentar oferecer de novo ao nosso projeto, no entanto, estava irremediavelmente ligado ao tempo da política, que, como sabemos, tem dinâmica própria. E se não podemos controlá-lo, não podemos, tampouco, ser reféns dele...
Sempre tive consciência de que uma construção com essa dimensão e complexidade não poderia ser realizada às vésperas das eleições. Quando, em 28 de outubro, sinalizei o final do ano como último prazo para algumas decisões, simplesmente constatava que, a partir deste momento, o quadro eleitoral estaria começando a avançar em um ritmo e direção próprios, e a minha participação não poderia mais colaborar para a ampla convergência que buscava construir.
Durante todo esse período, atuei no sentido de buscar o fortalecimento do PSDB. Deixo a partir deste momento a condição de pré-candidato do PSDB à Presidência da República, mas não abandono minhas convicções e minha disposição para colaborar, com meu esforço e minha lealdade, para a construção das bandeiras da Social Democracia Brasileira.
Busco contribuir, dessa forma, para que o PSDB e nossos aliados possam, da maneira que compreenderem mais apropriada, com serenidade e sem tensões, construir o caminho que nos levará à vitória em 2010.
No curso dessa jornada, mantive intactos e jamais me descuidei dos grandes compromissos que assumi com Minas, razão e causa a que tenho dedicado toda minha vida pública. Ao deixar a condição de pré-candidato à Presidência da República, permito-me novas reflexões, ao lado dos mineiros, sobre o futuro.
Independente de nova missão política que porventura possa vir a receber, continuarei trabalhando para ser merecedor da confiança e das melhores esperanças dos que partilharam conosco, neste período, uma nova visão sobre o Brasil.
É meu compromisso levar adiante a defesa intransigente das reformas e inovações que juntos realizamos em Minas e que entendemos como um caminho possível também para o País. Continuarei defendendo as reformas constitucionais e da gestão pública, aguardadas há décadas; a refundação do pacto federativo, com justa distribuição de direitos e deveres; e a transformação das políticas públicas essenciais, como saúde, educação e segurança, em políticas de Estado, acima, portanto, do interesse dos governos e dos partidos.
Devo aqui muitos agradecimentos públicos. À direção do meu partido e, em especial, ao senador Sérgio Guerra pelo equilíbrio e firmeza com que vem conduzindo esse processo. Aos companheiros do PSDB, pelas inúmeras demonstrações de apoio e confiança.
Manifesto a minha renovada disposição de estar ao lado de todos e de cada um que julgar que a minha presença política possa contribuir, seja no plano nacional ou nos planos estaduais, para a defesa das nossas bandeiras.
Aos líderes de outras legendas partidárias, pela coragem com que emprestaram substantivo apoio não só ao meu nome, mas às novas propostas e crenças que defendemos nesse período. Asseguro, nos reencontraremos no futuro.
A tantos brasileiros, pelo respeito com que receberam nossas idéias. E a Minas, sempre a Minas e aos mineiros, pela incomparável solidariedade.
Aécio Neves"
Conselho da Unifal aprova criação da Medicina.
Valeu a luta e a mobilização.
O Conselho Superior da UNIFAL aprovou a criação do curso de medicina no Campus de Alfenas. A reunião do Conselho aconteceu nesta quinta-feira, foram 19 votos a favor, 05 contra e 04 abstenções.
Quando os conselheiros chegaram às 09 horas para a reunião, já encontraram o auditório da Universidade lotado com pessoas em pé e do lado de fora. O presidente do Conselho e reitor professor Tonhão, iniciou os trabalhos pedindo silêncio e ordem no plenário, no que foi atendido por todos os presentes, em seguida discorreu sobre a importância do Conselho e da Universidade e também das decisões que seriam tomadas naquele momento, salientou também o fato da escola ser pública.
No final, depois que a reunião foi transferida de sala a pedido de alguns conselheiros, veio a informação que o curso de medicina foi aprovado. Todos que aguardavam do lado de fora do prédio comemoraram com abraços e muita emoção.
Realmente foi emocionante toda campanha pela medicina federal, parabéns a todos que lutaram bravamente para sensibilizar os conselheiros, parábens ao Conselho e a todos os trabalhadores da UNIFAL-MG.
Viva a UNIFAL-MG! Viva Alfenas!
O Conselho Superior da UNIFAL aprovou a criação do curso de medicina no Campus de Alfenas. A reunião do Conselho aconteceu nesta quinta-feira, foram 19 votos a favor, 05 contra e 04 abstenções.
Quando os conselheiros chegaram às 09 horas para a reunião, já encontraram o auditório da Universidade lotado com pessoas em pé e do lado de fora. O presidente do Conselho e reitor professor Tonhão, iniciou os trabalhos pedindo silêncio e ordem no plenário, no que foi atendido por todos os presentes, em seguida discorreu sobre a importância do Conselho e da Universidade e também das decisões que seriam tomadas naquele momento, salientou também o fato da escola ser pública.
No final, depois que a reunião foi transferida de sala a pedido de alguns conselheiros, veio a informação que o curso de medicina foi aprovado. Todos que aguardavam do lado de fora do prédio comemoraram com abraços e muita emoção.
Realmente foi emocionante toda campanha pela medicina federal, parabéns a todos que lutaram bravamente para sensibilizar os conselheiros, parábens ao Conselho e a todos os trabalhadores da UNIFAL-MG.
Viva a UNIFAL-MG! Viva Alfenas!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Emprego bate record
Criação de empregos em novembro é recorde
16 de dezembro de 2009
A criação de empregos formais em novembro bateu o recorde de 246.695 novos registros. Os dados fazer parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira do Ministério do Trabalho.
Em outubro, o indicador já havia registrado recorde para o mês, com a criação de 230.956 postos. Segundo o ministério, o saldo de novembro é praticamente o dobro do recorde anterior, em novembro de 2007, quando foram criadas 124.554 vagas. O resultado de novembro também é o segundo maior do ano, superado apenas pelo dado de setembro, quando foram abertos 252.617 empregos formais.
No acumulado de janeiro a novembro, pelos dados do Caged, foram criados 1.410.302 postos de trabalho. Já no acumulado dos últimos 12 meses, encerrados em novembro, o número de novas contratações atingiu 755.356.
Os setores de comércio, serviços e indústria da transformação e construção civil lideraram a abertura de vagas em novembro. O setor de comércio criou 116.571 postos de trabalho. O setor de serviços foi responsável pela contratação de 87.252 empregados. A indústria de transformação gerou 39.594 vagas e a construção civil 17.791 postos. A agropecuária fechou 16.628 vagas em novembro, em função do período de entressafra.
16 de dezembro de 2009
A criação de empregos formais em novembro bateu o recorde de 246.695 novos registros. Os dados fazer parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira do Ministério do Trabalho.
Em outubro, o indicador já havia registrado recorde para o mês, com a criação de 230.956 postos. Segundo o ministério, o saldo de novembro é praticamente o dobro do recorde anterior, em novembro de 2007, quando foram criadas 124.554 vagas. O resultado de novembro também é o segundo maior do ano, superado apenas pelo dado de setembro, quando foram abertos 252.617 empregos formais.
No acumulado de janeiro a novembro, pelos dados do Caged, foram criados 1.410.302 postos de trabalho. Já no acumulado dos últimos 12 meses, encerrados em novembro, o número de novas contratações atingiu 755.356.
Os setores de comércio, serviços e indústria da transformação e construção civil lideraram a abertura de vagas em novembro. O setor de comércio criou 116.571 postos de trabalho. O setor de serviços foi responsável pela contratação de 87.252 empregados. A indústria de transformação gerou 39.594 vagas e a construção civil 17.791 postos. A agropecuária fechou 16.628 vagas em novembro, em função do período de entressafra.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Aécio fora da disputa.
Aécio praticamente fora da disputa
Publicado em 14-Dez-2009
No PSDB, o presidenciável de Minas, governador Aécio Neves, está praticamente fora da disputa. Até porque ele, a exemplo de seu concorrente de São Paulo, o governador José Serra, tem que cuidar da sucessão em seu Estado, já que perder a presidência e o governo do Estado significa estar fora da disputa em 2014.
Daí sua decisão de sair da disputa pela candidatura presidencial ao conhecer o resultado da eleição do diretório regional do PT-MG com a vitória da chapa apoiada pelo ex-prefeito de BH, Fernando Pimentel, que tem grandes chances de ser o candidato do partido ao governo do Estado. Pimentel (Aécio sabe) é um candidato difícil de derrotar já que além dos votos petistas e de uma provável aliança com o PMDB, ele terá uma parcela significativa de eleitores que votaram no próprio Aécio em 2002 e 2006.
Já Serra tem que cuidar de três Estados decisivos para a disputa em 2010: Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No Rio, seu palanque desmoronou com a candidatura da presidenciável senadora Marina Silva (PV-AC), cujos desdobramentos fizeram o PV ficar sem candidato a governador no Estado; com a desmoralização do discurso udenista do DEM; e com a farsa que demorou a ser desmascarada, da coligação demo com o PPS, este também envolvido nas denúncias, inclusive seu presidente nacional, ex-deputado Roberto Freire.
Agora ninguém sabe o que farão o ex-prefeito do Rio, César Maia - que hoje controla o DEM e responde pelos acontecimentos de Brasília - e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), primeiro candidato a governador, depois a senador, mas que submergiu desde que foi flagrado usando recursos públicos para fins pessoais.
Publicado em 14-Dez-2009
No PSDB, o presidenciável de Minas, governador Aécio Neves, está praticamente fora da disputa. Até porque ele, a exemplo de seu concorrente de São Paulo, o governador José Serra, tem que cuidar da sucessão em seu Estado, já que perder a presidência e o governo do Estado significa estar fora da disputa em 2014.
Daí sua decisão de sair da disputa pela candidatura presidencial ao conhecer o resultado da eleição do diretório regional do PT-MG com a vitória da chapa apoiada pelo ex-prefeito de BH, Fernando Pimentel, que tem grandes chances de ser o candidato do partido ao governo do Estado. Pimentel (Aécio sabe) é um candidato difícil de derrotar já que além dos votos petistas e de uma provável aliança com o PMDB, ele terá uma parcela significativa de eleitores que votaram no próprio Aécio em 2002 e 2006.
Já Serra tem que cuidar de três Estados decisivos para a disputa em 2010: Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No Rio, seu palanque desmoronou com a candidatura da presidenciável senadora Marina Silva (PV-AC), cujos desdobramentos fizeram o PV ficar sem candidato a governador no Estado; com a desmoralização do discurso udenista do DEM; e com a farsa que demorou a ser desmascarada, da coligação demo com o PPS, este também envolvido nas denúncias, inclusive seu presidente nacional, ex-deputado Roberto Freire.
Agora ninguém sabe o que farão o ex-prefeito do Rio, César Maia - que hoje controla o DEM e responde pelos acontecimentos de Brasília - e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), primeiro candidato a governador, depois a senador, mas que submergiu desde que foi flagrado usando recursos públicos para fins pessoais.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Raquel Faria comenta pesquisa DataTempo.
Contribuindo
"Patrimônio Cultural: Conceitos, Políticas e Instrumentos", um livro lançado neste fim de semana pelo arquiteto e professor da UFMG Leonardo Barci Castriota, traz uma visão de síntese do papel do patrimônio cultural na vida urbana. E vem preencher uma lacuna na bibliografia nacional sobre um tema que, infelizmente, ainda não recebe o merecido valor no nosso país.
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8 ou 80
Pelos valores milionários do contrato de Luxemburgo, não tem escapatória. Ou o novo técnico conserta o Atlético, ou quebra de vez o clube mineiro.
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Maré baixa
Patrus Ananias mantém a agenda e as pretensões de um pré-candidato a governador: hoje mesmo debaterá suas ideias com agentes culturais no Teatro da Cidade, em BH. Mas suas chances minguaram nos últimos dias, após a derrota de seu grupo político nas eleições do PT e o desempenho ruim na pesquisa DataTempo: 14%. Sobretudo a pesquisa, divulgada ontem, abalou os planos de Patrus ao mostrar uma tendência incômoda: empacado na preferência dos eleitores, ele pode ser ultrapassado em breve por Antonio Anastasia, o candidato de Aécio.
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Maré alta
Inversamente, Fernando Pimentel aumentou seu cacife. Bem ou mal, o ex-prefeito saiu vitorioso na disputa interna no PT, com a reeleição de seu aliado Reginaldo Lopes na presidência do partido. E apareceu melhor no DataTempo, com 20% das intenções de voto, mantendo a vantagem sobre Patrus, que já vem sendo apontada em outras pesquisas há cerca de um ano.
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Pimentécio
Pimentel também está favorecido por pesquisas qualitativas, com grupos de discussão, feitas por vários institutos. Nessas pesquisas, em geral usadas para análise interna, destaca-se a imagem de bom gestor do ex-prefeito. E, detalhe instigante, os eleitores acham que ele representa uma opção de continuidade do governo Aécio. Essa associação de Pimentel a Aécio pelo eleitor tem sido, inclusive, motivo de preocupação no Palácio da Liberdade.
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Vai depender
O jogo está andando no PT para Fernando Pimentel: hoje, ele é o nome mais provável para candidato do partido ao governo de Minas. Isso se o PT tiver um candidato. Ou melhor, se o presidente Lula não baixar uma ordem aos petistas mineiros de apoio a Hélio Costa, em reciprocidade à adesão do PMDB ao palanque da presidencial Dilma Rousseff.
"Patrimônio Cultural: Conceitos, Políticas e Instrumentos", um livro lançado neste fim de semana pelo arquiteto e professor da UFMG Leonardo Barci Castriota, traz uma visão de síntese do papel do patrimônio cultural na vida urbana. E vem preencher uma lacuna na bibliografia nacional sobre um tema que, infelizmente, ainda não recebe o merecido valor no nosso país.
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8 ou 80
Pelos valores milionários do contrato de Luxemburgo, não tem escapatória. Ou o novo técnico conserta o Atlético, ou quebra de vez o clube mineiro.
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Maré baixa
Patrus Ananias mantém a agenda e as pretensões de um pré-candidato a governador: hoje mesmo debaterá suas ideias com agentes culturais no Teatro da Cidade, em BH. Mas suas chances minguaram nos últimos dias, após a derrota de seu grupo político nas eleições do PT e o desempenho ruim na pesquisa DataTempo: 14%. Sobretudo a pesquisa, divulgada ontem, abalou os planos de Patrus ao mostrar uma tendência incômoda: empacado na preferência dos eleitores, ele pode ser ultrapassado em breve por Antonio Anastasia, o candidato de Aécio.
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Maré alta
Inversamente, Fernando Pimentel aumentou seu cacife. Bem ou mal, o ex-prefeito saiu vitorioso na disputa interna no PT, com a reeleição de seu aliado Reginaldo Lopes na presidência do partido. E apareceu melhor no DataTempo, com 20% das intenções de voto, mantendo a vantagem sobre Patrus, que já vem sendo apontada em outras pesquisas há cerca de um ano.
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Pimentécio
Pimentel também está favorecido por pesquisas qualitativas, com grupos de discussão, feitas por vários institutos. Nessas pesquisas, em geral usadas para análise interna, destaca-se a imagem de bom gestor do ex-prefeito. E, detalhe instigante, os eleitores acham que ele representa uma opção de continuidade do governo Aécio. Essa associação de Pimentel a Aécio pelo eleitor tem sido, inclusive, motivo de preocupação no Palácio da Liberdade.
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Vai depender
O jogo está andando no PT para Fernando Pimentel: hoje, ele é o nome mais provável para candidato do partido ao governo de Minas. Isso se o PT tiver um candidato. Ou melhor, se o presidente Lula não baixar uma ordem aos petistas mineiros de apoio a Hélio Costa, em reciprocidade à adesão do PMDB ao palanque da presidencial Dilma Rousseff.
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